Videocirurgia

13º Congresso Brasileiro de Videocirurgia

Estamos nos preparando para participar do 13º Congresso Nacional da SOBRACIL, que ocorrerá de 11 a 14 de maio de 2016 e será realizado no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.

O programa contemplará todos os temas mais atuais da área de videocirurgia, trazendo palestrantes e debatedores que ajudarão, junto com uma intensa interação com os congressistas, a formarmos opiniões sólidas a respeito.

Ensino e treinamento – esta é a missão da SOBRACIL – e temos certeza de que nossa participação no congresso nos trará as melhores e mais atualizadas informações sobre assuntos relacionados a videocirurgias.

Esperamos retornar com mais motivação e conhecimento para exercer nosso trabalho, sempre em busca de constante aperfeiçoamento.

Congresso Brasileiro de Hérnia – evento que foi um sucesso

Tivemos a oportunidade de participar do IV Congresso Brasileiro de Hérnia, realizado de 7 a 9 de abril, que reuniu mais de 400 especialistas em Búzios e foi um sucesso. Dentre os temas de maior repercussão abordados, está a hérnia inguinal e as mais modernas formas de tratamento para o problema.

Segundo o Dr. Julio César Beitler, presidente da Sociedade Brasileira de Hérnia e do Congresso, toda hérnia inguinal deve ser tratada cirurgicamente desde que as condições clínicas do paciente, ou seja, seu estado de saúde, permita que ele seja submetido a um procedimento cirúrgico.

Essa afirmação é verdadeira, explica o especialista, porque os estudos da história natural dessa condição demonstram que:

1) As hérnias inguinais não se curam com nenhum método que não seja o reparo cirúrgico.

2) As hérnias inguinais tendem a aumentar de tamanho.

3) Mesmo nos pacientes assintomáticos, ou seja, naqueles em que a presença da hérnia não traz desconforto, dor ou complicações no momento do diagnóstico, evoluem nos meses ou anos seguintes com sintomas de dor, desconforto ou desencadeiam complicações que podem colocar em risco sua vida.

4) A taxa de complicações como o encarceramento, isto é, uma parte do intestino sai da cavidade abdominal e se insinua para fora da parede abdominal e não retorna, ficando aprisionada, é de 2% a 4%, por ano. Essa complicação pode evoluir com uma obstrução intestinal ou estrangulamento. Esses dois eventos são acompanhados de mortalidade que podem alcançar até 20% desses pacientes.

5) As hérnias que evoluem para um tamanho maior, por falta de tratamento são mais difíceis de corrigir cirurgicamente, seja pela destruição dos tecidos da parede, seja pela dificuldade de se reduzir o conteúdo intestinal que pode estar sofrendo pelo fato de estar sendo comprimido pelo anel herniário. Os resultados cirúrgicos do tratamento das hérnias pequenas são melhores do que nas de grande volume.

6) Os resultados do tratamento cirúrgico adequado com telas das hérnias inguinais alcançam índices de cura de 98% em média, podendo alcançar quase 100%. Em medicina, quando dizemos que se cura 98% ou mais de uma doença, diz-se que o tratamento é extremamente eficaz, pois na maioria das afecções o índice de cura não alcança nem de perto esses índices.

7) A mortalidade no tratamento cirúrgico de uma hérnia é muito menor do que 1 para 100.000 pacientes operados e os que morreram devido ao procedimento, foram os que foram operados de urgência devido às complicações, ou porque as condições clínicas não permitiam o tratamento naquele momento. Por isso, no primeiro parágrafo, afirmamos que todas as hérnias inguinais devem ser operadas, desde que as condições clínicas permitam o procedimento.

8) Sabendo dos resultados excelentes do reparo cirúrgico das hérnias inguinais em contrapartida com o não tratamento e suas consequências, há um consenso de que todas as hérnias inguinais devem ser corrigidas cirurgicamente com aquela ressalva explicitada anteriormente.

9) Quando o paciente não tem condições clínicas o cirurgião deve corrigir as condições clínicas anormais, como tratar a hipertensão arterial descompensada, o diabetes fora de controle, a insuficiência cardíaca etc. até compensar o paciente e aí em melhores condições operá-lo. A cirurgia da hérnia a não ser nas emergências como a obstrução intestinal ou o estrangulamento, não é um procedimento que se deve operar assim que o diagnóstico é feito. Trata-se de uma cirurgia eletiva com data marcada.

O tratamento pode ser realizado por duas vias de acesso: a tradicional, também chamada via anterior, que é aquela em que o cirurgião aborda a região inguinal através de incisão no local da hérnia, ou pela via video cirúrgica que é através de pequenos furos realizados na parede abdominal e através de câmera e instrumentos próprios, opera por dentro da parede abdominal.

Nas duas maneiras sempre se utiliza de próteses, ou seja, telas que são fixadas recobrindo o defeito que é um buraco na região inguinal, a qual permitia que o conteúdo da cavidade saísse através da parede abdominal.

As duas técnicas são equivalentes quanto aos resultados. A escolha depende de vários fatores, entre eles, o tipo de defeito herniário, as condições clínicas do paciente, a escolha e habilidade do cirurgião para o procedimento.

Fonte: SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA E ROBÓTICA – SOBRACIL

Pioneirismo – Cirurgia de Hérnia sem anestesia geral

Jornal NH publica matéria:
jornalOs pacientes que sofrem com hérnia epigástrica e umbilical não precisam mais se submeter a anestesia geral para realização de cirurgia reparadora – Herniorrafia. Agora é possível realizar procedimento cirúrgico ambulatorial no Hospital Regina de Novo Hamburgo. A Equipe do cirurgião João Couto Neto foi pioneira na utilização da técnica no RS. A tela utilizada otimiza o tempo do procedimento cirúrgico, podendo ser empregada com anestesia local.

Minilaparoscopia: Cirurgia com cortes ainda menores

Com este título a página 13 da Revista R apresentou um artigo que fizemos sobre essa cirurgia que tem beneficiado as pessoas.

“a simplicidade é o último grau da sofisticação” (Da Vinci)
minilaparoscopia

“Evitar incisões e cicatrizes grandes e conseguir uma rápida recuperação são os objetivos das pessoas ao procurar a videocirurgia, e a minilaparoscopia (MiniLap) é a evolução desta proposta. Os cortes são ainda menores, passando de 10 a 5 mm para 2 e 3 mm, resultando em cicatrizes quase invisíveis, sem falar na menor agressão à parede abdominal, o que possibilita uma recuperação mais rápida e menos dolorosa.

Estamos vivendo o vento das mudanças. Várias técnicas estão ansiosas para ocupar o destaque na cirurgia. A MiniLap é uma delas. Também conhecida como “cirurgia com agulhas” pelas características de seus instrumentos, a minilaparoscopia é uma técnica minimamente invasiva que combina excelentes resultados estéticos com baixo risco cirúrgico.

Na videocirurgia, temos um campo visual limitado pelo ângulo da óptica (câmera). Quanto menos espaço nossos instrumentais ocuparem, portanto, melhor será o campo de visão. Os instrumentais da MiniLap combinam com o conceito da amplificação da imagem produzida pelas ópticas. O aumento de até 12 vezes proporcionado por nossas câmeras de vídeo encontram nas pinças da MiniLap uma parceria perfeita.

Ao contrário do que ocorre com outros novos métodos, com a MiniLap aumenta-se a destreza, a delicadeza e a exatidão. “Precisão cirúrgica” é a deferência que mais desejamos… Por que abrir mão dela?

Novos conceitos são fundamentais para o desenvolvimento da cirurgia. A MiniLap é a evolução natural da videocirurgia, associada ou não a outras tecnologias, mas deve ser realizada por profissionais devidamente treinados e habilitados nesta nova técnica.

Reportando-nos à frase de Da Vinci que abre este texto, poderíamos nos atrever a afirmar que, por sua simplicidade, a MiniLap é hoje a mais sofisticada evolução da cirurgia laparoscópica. Temos pela frente mais uma mudança de paradigmas!”

Publicado na Revista R – Edição 1 número 2 – página 13

Procedimento inovador no Regina

Em matéria Publicada no Jornal Dinâmico – setembro 2014.

jornal - Dr. João Couto Neto
Minilaparoscopia, cirurgia capaz de deixar cicatrizes visíveis em dimensões mínimas

Como dizia Da Vinci, a simplicidade é o último grau da sofisticação. A frase do pintor italiano se encaixa bem à sofisticação alcançada com o avanço científico no que diz respeito a videocirurgia por minilaparoscopia.

A minilaparoscopia é uma técnica cirúrgica minimamente invasiva, indicada em todos os casos de videocirurgia. A técnica causa menos dano a parede abdominal devido a realização de um corte muito pequeno, de aproximadamente 3mm, não deixando cicatriz aparente.

O cirurgião do Hospital Regina, João Couto Neto, garante que a técnica, também conhecida por cirurgia com agulhas, é um sucesso. “Este procedimento traz inúmeros benefícios para o paciente, por começar pela recuperação que é mais rápida devido ao tamanho do corte que é muito pequeno. Além disso, os pacientes quase não sentem dor no pós-operatório, o que proporciona uma volta mais rápida às atividades cotidianas”, afirma.

Líxia Stoffel, 66 anos, aprovou a técnica utilizada no Hospital Regina.“Minha recuperação foi além das expectativas, tanto é que um dia depois do procedimento eu já estava trabalhando, foi tudo perfeito”, comemora.

O instrumental necessário para esta cirurgia veio da Alemanha especialmente para o Hospital Regina, que é o único hospital do Vale do Sinos a realizar o procedimento. Informações pelo telefone 3553.8800.

Técnica com tela Ventralex® – BARD é feita pela 1ª vez no Rio Grande do Sul

Notícia no Site do Hospital Regina:
Os pacientes que sofrem com hérnia epigástrica e umbilical não precisam mais se submeter a anestesia geral para realização da cirurgia reparadora – Herniorrafia. Agora é possível realizar o procedimento cirúrgico a nível ambulatorial no Hospital Regina de Novo Hamburgo.
A equipe do cirurgião João Couto Neto foi pioneira na utilização da técnica no RS. Esta tela otimiza o tempo do procedimento cirúrgico, podendo ser feita com anestesia local. A indicação para colocação da mesma deve ser feita pelo médico assistente.

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Cirurgia inédita feita na região

cirurgia inédita - jornal nhEm matéria no NH – Jornal regional de Novo Hamburgo, é publicado que:
“No Hospital Regina de Novo Hamburgo, foi feita na tarde de ontem uma cirurgia inédita na região e a segunda no interior do estado. A Equipe do médico João Couto utilizou o equipamento chamado Sils na videolaparoscopia para a retirada de uma hérnia inguinal em dois lados…