Informativo

Dificilmente publicamos detalhes sobre nossas operações, mas é importante sanar algumas dúvidas em relação à cirurgia de hérnia. Temos realizado inúmeros procedimentos com bastante sucesso, a maioria deles com mini incisões e sempre com novas tecnologias, buscando trazer aos nossos pacientes conforto, qualidade de vida e mais rápida recuperação.

Com anestesia local e sedação, no caso da paciente do vídeo, optamos pela colocação de uma tela Ventralight St – separadora de tecidos semi-absorvível. A retirada da hérnia é feita totalmente pelo umbigo, evitando o corte e a cicatriz que torna-se mínima após a operação.

Jornada Sul de Hérnia – Florianópolis 2017

O Dr. João Couto Neto retorna nesta segunda-feira (10) à suas atividades em Novo Hamburgo.

DR JOÃO COUTO NETO JORNADA SUL DE HÉRNIA

Na foto, Dr. João Couto Neto (a direita) com a coordenador regional Bard (meio) e o diretor do Hérnia Center (a esquerda), enquanto participavam na última sexta-feira (7), da Jornada SBH Sul de Hérnia 2017 que aconteceu em Florianópolis, Santa Catarina.

O evento trouxe debates sobre o futuro das cirurgias e tratamentos da hérnia.

DR JOÃO COUTO NETO JORNADA SUL DE HÉRNIA

 DR JOÃO COUTO NETO JORNADA SUL DE HÉRNIA

Jornada SBH Sul de Hérnia 2017

Acontece amanhã, 7, a Jornada SBH Sul de Hérnia em Florianópolis/SC.

O objetivo deste encontro é debater entre a sociedade médica o passado e futuro das operações de hérnia.
Ao longo do dia, serão abordados temas como quando a cirurgia é indicada, casos clínicos e novas técnicas cirúrgicas. Entre os palestrantes estão Dr. Alexander Morrell, Dr. Christiano Claus e Dr. Andre Rosa.

O Dr. João Couto Neto busca sempre conhecimento e especialização para aprimorar seu trabalho e estará, amanhã, participando da Jornada.

 

Hospital Regina completa 87 anos

Hoje, dia 24 de fevereiro Hospital Regina completa 87 anos.

Temos muito orgulho de fazer parte da equipe médica deste hospital e cumprimentamos cada um dos integrantes da equipe administrativa, pelo belo trabalho desenvolvido.

Na revista Expansão conta um pouco da história e do funcionamento, conforme segue:

“A trajetória da Instituição é marcada por oferecer serviços de saúde com excelência, atendimento humanizado e altamente especializado. Considerado referência em saúde no Vale do Sinos, o Hospital Regina nasceu em 1930 e recebeu este nome em homenagem à fundadora da Congregação das Irmãs de Santa Catarina, Regina Protmann. A história de Instituição é pautada em valores religiosos, éticos e morais, sendo o compromisso com a vida e amor ao próximo os principais legados de Madre Regina.

São realizados constantes investimentos em infraestrutura, tecnologia e aprimoramento das equipes. A busca pela qualidade na inovação, no atendimento e nos processos, faz com que o Hospital Regina conte com uma equipe qualificada e especializada. No tratamento de alta complexidade existem profissionais para o atendimento de pacientes críticos, contemplando em sua estrutura quatro UTI’s: adulto, pediátrica, neonatal e cardiovascular.

São oferecidos serviços através das emergências adulto e pediátrica, centros cirúrgicos e obstétrico, maternidade, Hospital Dia e TMO (Transplante de Medula Óssea), além de diversas outras especializações. O Hospital Regina dispõe também de um centro de diagnósticos, localizado no Centro Clínico Regina, reconhecido por realizar exames de alta complexidade.”.

O que é uma Hérnia?

Hérnia  é definida como uma protusão de um órgão ou parte dele através de um orifício natural ou adquirido por algum motivo.
Temos realizado inúmeras cirurgias de hérnias com bastante sucesso. A maioria delas com mini incisões
e sempre com novas tecnologias, buscando trazer aos nossos pacientes maior conforto e mais rápida recuperação.
VentralHernia2

Existem diversas possibilidades de hérnias. Os três principais tipos, em ordem decrescente de ocorrência são:

  • Hérnia inguinal: ocorre na virilha. Em indivíduos do sexo masculino, podem estender-se até os testículos levando à hérnia inguinoescrotal.
  • Hérnia umbilical ou paraumbilical: surge ao redor do umbigo e normalmente são causadas pela passagem de alguma alça intestinal através da musculatura. Ocorre mais comumente em bebês e costumam desaparecer espontaneamente.
  • Hérnia epigástrica: surge na linha média do abdome, como consequência do afastamento dos músculos reto abdominais.

Outros tipos de hérnia compreendem: hérnia femoral, hérnia incisional, hérnia de hiato esofágico, hérnia muscular, hérnia diafragmática, hérnia de Petit, hérnia de disco, hérnia cerebral, entre outras.

Para exemplificar a formação de uma hérnia, pode-se usar o exemplo de hérnias que ocorrem com órgãos da cavidade abdominal. Esta condição normalmente surge quando o indivíduo realiza um movimento que necessite de muita força, tossir ou realizar qualquer tarefa que eleve a pressão na cavidade abdominal.

Basicamente, a cavidade abdominal é o local onde se encontram os intestinos, estômago, fígado, baço, entre outros. Todos permanecem nos seus respectivos lugares por meio das aponeuroses, músculos e pele, com algumas regiões protegidas por ossos. Contudo, quando, por alguma razão, esta parede fica debilitada pode haver a formação de um orifício na parede muscular e aponeurótica da parece, sendo que os componentes existentes na cavidade abdominal tendem a deslizar para o orifício, resultando em uma protusão.

Outro ponto importante é o tamanho do orifício, sendo que se ele for grande, provavelmente irá causar apenas certo desconforto ao paciente, enquanto que um orifício diminuto poderá causar um estrangulamento do órgão herniado. Essa situação é considerada uma emergência médica, pois, nesse caso, o paciente corre risco de morte, necessitando ser operado rapidamente, uma vez que o órgão em questão fica sem receber suprimento sanguíneo, o que pode evoluir para isquemia e necrose. (Fonte: Ig)

Entrevista sobre a retirada das 500 pedras que saiu no Jornal NH

Entrevista que saiu no Jornal NH, sobre a retirada das 500 pedras da vesícula. Confira!

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Leitura de textos no celular pode causar danos à coluna cervical

Hoje, mais do que nunca, é comum vermos as pessoas andando na rua sem prestar atenção aos próprios passos. Em qualquer ambiente pode-se perceber que existe um novo silêncio, aquele de quem esta prestando atenção a uma conversa – mas, ela é virtual. Desta forma houve um retrocesso na evolução humana quanto a posição do corpo – como nosso ancestrais, a cabeça cai para frente e o pescoço assume uma grande curva. Lamentavelmente com isso começa uma nova e moderna doença.

A cabeça humana pesa cerca de 5 quilos. Porém, conforme o pescoço sobe e desce, o peso sobre a coluna cervical tende a subir. Numa inclinação de 15º, esse peso pode chegar a pouco mais de 12 quilos, já a 60º esse peso aumenta para quase 30 quilos. Com esses dados, cientistas chegaram à conclusão de que ler textos em celulares pode levar à lesões graves na coluna e até à necessidade de cirurgia corretora. As informações são do jornal Washington Post.

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(Numa inclinação de pescoço de 60º, o peso sobre o pescoço sobre para quase 30 quilos. Foto: Reprodução / Ken Hansraj)

Num estudo a ser divulgado no próximo mês na revista Surgical Technology Internacional, o doutor Kenneth Hansraj, chefe em operação na coluna em um hospital de Nova York, descobriu que o hábito muito comum hoje em dia de ler e escrever nos celulares está prejudicando a saúde das pessoas. “É uma epidemia. Olhe ao seu redor. Todos estão com as cabeças abaixadas, olhando para o celular”, ele diz. “O problema é profundo para o jovens. Com esse estresse sobre o pescoço, logo veremos esses garotos precisando de cuidados médicos com suas colunas. Os pais deveriam se preocupar mais com isso”.

Para se ter uma ideia, o especialista compara que uma inclinação no pescoço em 60º, que faz o peso sobre o pescoço aumentar em quase 30 quilos (veja na ilustração), é como carregar um criança de oito anos sobre os ombros durante algumas horas diariamente. Usuários de smartphones tendem a passar entre duas e quatro horas, com a cabeça baixa, olhando para os celulares. São cerca de 700 a 1.400 horas por ano que os jovens tencionam demais a coluna cervical, segundo a pesquisa de Hansraj.

“Enquanto você alonga o tecido (do pescoço) por um longo período, ele se danifica, fica inflamado”, acrescenta Tom DiAngelis, presidente da Associação Americana de Fisioterapia, o que pode causar hérnias de discos e outros problemas.

“Embora seja quase impossível evitar as tecnologias, as pessoas devem fazer um esforço para olhar para seus telefones com a coluna ereta (sem tencionar o pescoço) e evitar passar horas a cada dia debruçados sobre os aparelhos”, de acordo com a pesquisa aconselhamos médicos.

(fonte: Globo.com)

Câncer no esôfago é o 6º mais frequente entre os homens

Um dos tipos de tumores malignos mais frequentes entre os homens é o câncer no esôfago, o canal que liga a faringe ao estômago. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) dão conta de que a doença é a sexta mais comum entre indivíduos do sexo masculino.

Entre as mulheres, ocupa o 15º lugar. Trata-se de uma doença que pode ser tratada, no entanto, os resultados positivos tendem a surgir a partir do diagnóstico precoce.

Cancer no esofago

Tabagismo e consumo excessivo de álcool têm relação com ocorrência de tumor no esôfago. Foto: Shutterstock

Causas do câncer no esôfago

Por que o câncer no esôfago é tão mais comum em homens? De acordo com o cirurgião João Couto Neto, membro da Sociedade Brasileira de Videocirurgia, isso está diretamente ligado às causas da doença. “No que se refere à predominância masculina, presume-se que seja pelo uso maior de álcool e fumo entre os homens”, afirma o médico.

 Essas são as causas principais, mas a lista de fatores é maior e merece mais atenção, e não significa que as mulheres não devam ter o foco na prevenção. Segundo Neto, além do tabagismo e do consumo excessivo de álcool, alguns outros fatores contribuem para o surgimento do câncer no esôfago.

 O refluxo gastroesofágico crônico também pode ter influência no surgimento dessa doença, entre outras. A complicação se manifesta tipicamente pela azia, também chamada de pirose. Sintoma comum, costuma incomodar bastante e leva à busca de ajuda médica.

Mas outros sinais como regurgitação, dor à deglutição, dores no tórax, salivação em excesso, náuseas e outros menos frequentes como pigarro, tosse e até mesmo o que parece sintomas de asma podem apontar o refluxo.

Acontece que o contato permanente do suco gástrico ácido com a mucosa do esôfago gera inflamação no órgão, a esofagite. “E essa inflamação persistente pode ocasionar úlcera no esôfago, alterações celulares e, inclusive, câncer no esôfago”, afirma o médico.
Entre os fatores menores que podem levar ao câncer no esôfago, o médico destaca o tipo de alimentação. É preciso ter muito cuidado com o consumo de alimentos muito quentes e também conservas. O ideal é consumir sempre alimentos frescos, em sua forma natural.

Sintomas e tratamento 

Fique atento ao funcionamento de seu corpo e ao sinais que ele emite. No caso do tumor maligno no esôfago, o principal sintoma é a dificuldade em engolir. “Outros sintomas também precisam de atenção, como a dor e o emagrecimento sem causa aparente, além da queimação”, acrescenta Neto.

O tratamento desse tipo de câncer é cirúrgico e, como primeiro passo, usa-se a quimioterapia e a radioterapia. Esses procedimentos podem, ou não, estar associados à intervenção cirúrgica.

“A chance de cura está intimamente ligada à detecção precoce. Todas as neoplasias têm como ponto em comum para a cura a detecção precoce”, salienta Couto.

Por isso, ele destaca a importância em manter uma relação de confiança com seu médico, de questionamentos, realizando exames de rotina, fundamentais para identificação de possíveis complicações e aumentando as chances de cura.

Fonte: Portal Terra – Doutíssima

Hérnia abdominal decorre de esforço extremo e é corrigida com cirurgia

Saliência no corpo também pode provocar dores na região.
Médicos falaram sobre fatores de risco, sinais, diagnóstico e operação.

Se você sempre carrega muito peso de forma errada, seja na bolsa ou nos aparelhos da academia, pode ser um candidato a desenvolver hérnia no futuro.

Isso porque o problema está associado a esforços incorretos em quem tem a parede muscular enfraquecida. Também pode aparecer após uma cirurgia, onde foi feito o corte.

Segundo os cirurgiões do aparelho digestivo, a hérnia pode aparecer no abdômen, no umbigo, na virilha e até no testículo. Ela ocorre quando a parte de um órgão como intestino ou o tecido gorduroso invade um local indevido, o que pode causar dor. No caso das hérnias umbilicais, a maior parte das que aparecem antes dos 6 meses de idade some sozinha até os 4 anos.

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Na Amazônia, onde a equipe do Bem Estar acompanhou o trabalho dos Expedicionários da Saúde, um dos maiores problemas dos índios são as hérnias.

Como eles são trabalhadores braçais, precisam carregar muito peso, e os doentes acabam excluídos da comunidade, pois perdem sua função. Lá, foram feitas muitas operações desse tipo.

Se a região da hérnia inchar, mudar de uma hora para a outra ou houver dor intensa, procure imediatamente o pronto-socorro. Se o fluxo de sangue for interrompido, o médico primeiro tentará empurrar a hérnia para dentro e, caso necessário, fará a cirurgia. Quando o procedimento é bem feito, o problema dificilmente volta. Dependendo da técnica, a reincidência chega a apenas 1%. (Fonte: Globo.com)

Estudo afirma que uma em cada três crianças diagnosticadas com alergia a comida, sofre bullying

Uma em cada três crianças diagnosticadas com alergia a comida sofre bullying, segundo um estudo da Escola de Medicina Icahn, localizada na Flórida, nos EUA. A pesquisa foi publicada no site do da revista especializada “Pediatrics”.

Os pesquisadores analisaram respostas de 251 meninos e meninas com intolerância a lactose, ovos, peixe, amendoim e outros alimentos para saber como eles lidavam com o problema. As crianças, ouvidas junto com seus pais, são pacientes do Centro Médico Monte Sinai – hospital ao qual a escola de medicina é ligada.

A cada visita ao centro médico, pais e filhos respondiam a questionários sobre os problemas de alergia, qualidade de vida, casos de bullying e estresse. Quase metade dos familiares (47,9%) não sabia que suas crianças sofriam agressões, segundo os cientistas.

Apesar disso, 50% das crianças agredidas e seus pais relataram viver grandes níveis de estresse e ter baixa qualidade de vida.

Alergia-em-Crianças

“Descobrir o que sofrem as crianças permite intervir nestas situações, o que deve ser feito para reduzir o estresse e elevar a qualidade de vida destes jovens”, disse Eyal Shemesh, professor da escola de medicina e um dos autores do estudo. “Pais e pediatras deveriam perguntar para suas crianças alérgicas frequentemente se elas sofrem bullying”, afirmou ele ao site do Centro Médico Monte Sinai.

Para outro autor do estudo, o professor Scott Sicherer, a descoberta deve servir de alerta para “os pais, funcionários das escolas e os médicos”. Com informações como esta, eles podem agir para identificar e combater o bullying neste grupo fragilizado, pondera Sicherer. (Fonte: Bem Estar)