post-title Carinho compartilhado

Carinho compartilhado

Depoimentos, Saber , , , , ,

Entendemos que nossos pacientes ficam felizes porque nos importamos com eles e acreditamos que mais do que praticar a medicina, temos que ser empáticos!

Ficamos extremamente felizes ao receber relatos como o da Jaqueline:

“Dr. João, quando te agradeci por me devolver aos meus familiares, após uma cirurgia realizada em agosto passado, nem imaginava o que estava por vir. Apenas três meses depois, lá estava eu de novo – chorando as pitangas. E que fruta dolorida! A começar pela internação repentina na metade de dezembro e aquele azar da máquina de ressonância estragada, me mantendo quase duas horas lá dentro … O que pensei ali poderia virar filme. Então, embrulhado no medo , o diagnóstico foi sendo desenhado. No meio do caminho, o laboratório que perdeu a amostra do exame e a necessidade de cancelar a cirurgia. E naquela segunda-feira, na entrada do bloco cirúrgico, o segundo adiamento. Disse para um familiar: “- Alguma coisa está acontecendo, mas eu penso que perdi a capacidade de interpretar os sinais de Deus. “ Então, me disseram: “ Tu lembras que disseste que quando tu bordas pela manhã, teu bordado fica mais bonito do que quando tu bordas à noite, depois do trabalho? “ Eu não sei se isso fazia sentido, mas me apeguei. Hahaha…

Nos últimos 3 meses, aliás, me apeguei a cada centímetro de esperança e da cor da vida. Por mais otimistas que somos, quando o incerto bate à nossa porta, parecendo tirar a normalidade e a beleza dos dias, o medo dá a mão para a racionalidade. Ser tua paciente, com certeza, foi o diferencial nesse processo todo. Quem não gosta de se sentir acolhido e ver que outros encaminham o que precisa ser encaminhado, quando a força para isso fraqueja? E sei o quanto fui chata, por ler tudo o que podia e não podia sobre o tal problema que era adereço no meu corpo. E perguntava!

João, teu olhar amigo e tua esperança renovavam a minha a cada vez que eu ouvia: “ Pode ser, mas não vai ser.” Tua mensagem de “ Como tu tá?”, enviada às 21 horas daquele dia, para sempre vai ficar gravada no meu coração. Sei que tu nos olha não como um número e é esse o teu diferencial. Sempre que cheguei com os meus medos e com a minha história, ganhei o teu afeto e a eficiência de um bom profissional. Existe algo muito especial naquele que estende ao outro um olhar de acolhimento. A dor ameniza e se torna mais suportável, quando sabemos que estamos sendo cuidados por um anjo de sorriso largo e constante. Um anjo que, entre outras coisas, prescreve a diluição da Dipirona antes de ser aplicada. Uma pessoa especial, que se preocupa com a dor alheia. E quando estava com o resultado da biópsia e te comuniquei por mensagem, tua resposta e alegria imediatas demonstram a tua grandiosidade e o quanto Deus foi generoso comigo, “ me devolvendo a minha vida “ através das tuas mãos. De coração, obrigada. – com Jaqueline”

0

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *