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Vesícula

Problemas na Vesícula – saiba quais são os sintomas

A Vesícula Biliar é um órgão pequeno do corpo, localizado a direita do estômago e abaixo do fígado. É responsável pelo armazenamento da bílis que, por sua vez, contribui na digestão sendo encarregado por digerir e queimar gorduras.

Problemas relacionados a Vesícula Biliar são mais comuns em mulheres, mas é importante ficar atento aos sintomas:

  • Inchaço e gases: É normal que isto aconteça em um dia ou outro, por conta da má digestão. Mas, caso estes sintomas ocorram com frequência, vale investigar.
  • Enjoo e tontura: Preste atenção em como você vai se sentir duas horas após o almoço, refeição principal do dia. É neste período que a digestão ocorre por completo. Sentir uma certa fraqueza, acompanhada de tontura e enjoo, pode ser sintoma de que algo não vai bem.
  • Dores pontuais: Principalmente quando ocorre nas costas, abdome e no braço direito. Fique atento no local e intensidade da dor. Dores relacionadas a problemas na Vesículas Biliar, podem piorar com a respiração.
  • Urina: O baixo nível da bílis pode deixar a urina com a tonalidade clara e as fezes cinzentas, sem muita cor.
  • Mau hálito e febre: Preste atenção também ao seu hálito. Sensação de de mal-estar na boca, um sabor estranho e hálito desagradável por aproximadamente 10 dias podem indicar algo errado. A febre constante também. Em caso de problemas na Vesícula Biliar, a febre costuma acontecer pela manhã e ao final da tarde.
  • Icterícia: Se você perceber que sua pele está com uma tonalidade mais amarelada e os olhos começam adquirir o mesmo tom, procure seu médico imediatamente.

Entrevista sobre a retirada das 500 pedras que saiu no Jornal NH

Entrevista que saiu no Jornal NH, sobre a retirada das 500 pedras da vesícula. Confira!

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Mais de 500 pedras retiradas por cirurgia de vídeo

Algo raro, mas não impossível, aconteceu nesta semana durante uma cirurgia. Foram retiradas mais de 500 pedras de um paciente, durante uma cirurgia por vídeo. É importante ressaltar que isto é algo realmente raro de acontecer, porém devemos ficar sempre atentos.

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Os cálculos de vesícula, são a formação de pedras no interior da vesícula biliar – em 90% dos casos – ou dos ductos biliares (dentro e fora do fígado). É mais comum em entre as mulheres, e deve estar ligado a fatores hormonais, já que há um aumento do número de casos com a gravidez. A obesidade também é um fator de risco, já que nestes pacientes há um aumento da concentração de colesterol.

É importante estarmos sempre atentos aos sinais e procurar um médico.

 

Colecistectomia: saiba quando a retirada da vesícula é necessária

Com o título acima, matéria publicada hoje no site Doutíssima – esclarecimentos sobre Colelitíase. Informações e conteúdo por Dr. Couto, edição e escrita por Saulo Cavalcanti – editor de conteúdo.

“Desconforto e dores abdominais, que aparecem normalmente após a ingestão de alimentos ricos em gordura, podem ser sintomas de cálculos biliares. Essa condição exige um procedimento chamado colecistectomia, que consiste na retirada da vesícula por meio de cirurgia – feita através de pequenos orifícios no abdômen, procedimento minimamente invasivo.

A vesícula é uma espécie de saco membranoso e funciona como reservatório de bile. “A bile é um tipo de detergente natural do nosso corpo, produzido pelo fígado para quebrar as moléculas de gordura e, assim, facilitar a digestão”, explica o médico João Couto Neto, membro titular da Sociedade Brasileira de Videocirurgia.

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Cirurgia para retirar vesícula é um procedimento considerado pouco invasivo. Foto: iStock, Getty Images

Diante dessa função da vesícula, é comum que muitos se perguntem se com a colecistectomia a vesícula não irá fazer falta. Mas o médico garante que a ausência da vesícula não é prejudicial.

“A extração da vesícula biliar não ocasiona nenhum problema de digestão porque a bile segue sendo produzida pelo fígado e eliminada no intestino”, diz Couto Neto. A única diferença é que não será mais armazenada na vesícula biliar.

Como é feita a colecistectomia

De acordo com o Instituto Mineiro de Obesidade e Cirurgia (IMOC), esse é um procedimento relativamente comum e estima-se que apenas nos Estados Unidos, ele seja realizado mais de 700 mil vezes por ano.

A colecistectomia realizada pela técnica minimamente invasiva, através da chamada videolaparoscopia, é muito confortável de acordo com o médico. “Seus riscos são mínimos e bastante incomuns. Na maioria das vezes, o paciente tem alta no mesmo dia, usando analgésicos, e tem dieta liberada”, explica Couto Neto.

Em apenas três dias, o paciente que se submeteu à colecistectomia pode voltar às suas atividades normais e ao trabalho após 15 dias. Os esforços físicos são liberados para após um mês do procedimento. “Os resultados estéticos são excelentes”, garante o médico, ao ressaltar que as cicatrizes praticamente não são visíveis.

Conforme Couto Neto, há outros métodos alternativos dentro da laparoscopia no processo de retirada da vesícula biliar, como a minilaparoscopia e o “single Port”.

Pioneiro no Vale do Sinos (RS) nessas técnicas, ele explica que elas, além de serem minimamente invasivas, seguras e eficazes, desde que realizadas por profissional qualificado, garantem resultados estéticos e funcionais ainda melhores.

Riscos da colecistectomia são raros

Enquanto os riscos do procedimento são mínimos e raros, Couto Neto destaca o contrário: os perigos de não se retirar a vesícula que apresenta cálculos. Entre as maiores complicações, ele destaca a pancreatite, infecção da vesícula e migração do cálculo para via biliar.

Ele fala, ainda, da possibilidade da ocorrência de uma síndrome que surge após o procedimento cirúrgico. Segundo Couto Neto, estudos mostram que a maioria dessas condições é ocasionada por fatores extra biliares.

“Uma pequena porcentagem é provocada pela extração da vesícula e quando ocasionadas pelo procedimento, geralmente são passageiros”, diz ele. Entre os principais sintomas dessa síndrome, estão dor, dispepsia, estufamento e diarreia.

Outra dúvida para pacientes após a colecistectomia é em relação à alimentação. Não há problemas, segundo Couto Neto, e a vida segue normalmente. “Não há restrições alimentares, o paciente retoma sua alimentação normal de acordo com sua aceitação após a cirurgia”, comenta o especialista.” Fonte: doutissima

Retirada da vesicula biliar com incisões quase invisíveis

Dentro de uma proposta de evoluir e melhorar a vida dos pacientes buscamos além do bem estar algumas vantagens estéticas. Assim, com menos cicatrizes e em local invisível como a linha da roupa íntima, desenvolvemos a cirurgia de retirada de vesícula. Essa cirurgia menos invasiva, já era de recuperação rápidas e com poucas dores agora além de serem pequenas as marcas elas ficam em local mais escondido ainda.

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Colecistite aguda

A colecistite é uma inflamação da parede da vesícula biliar, em geral, resultado de um cálculo no canal cístico, que causa um ataque de dor repentino e muito agudo.

No mínimo 95 % dos indivíduos com inflamação aguda da vesícula tem cálculos biliares. Em casos raros, a inflamação é causada por uma infecção bacteriana.

A inflamação aguda da vesícula biliar sem a presença de cálculos é uma doença grave. Tende a produzir-se depois de feridas, operações, queimaduras, infecções espalhadas por todo o corpo (sepsis) e doenças críticas, particularmente em pacientes que recebem alimentação prolongada por via endovenosa. A pessoa não costuma mostrar sintomas prévios de uma doença da vesícula biliar até que experimenta uma dor repentina e agudíssima na parte superior do abdômen. Em geral, a doença é de prognóstico muito grave e pode evoluir para gangrena ou perfuração da vesícula. É necessária a cirurgia imediata para extrair a vesícula.

Sintomas

A dor, habitualmente localizada na parte superior direita do abdómen, é o primeiro sinal de inflamação da vesícula. Pode intensificar-se quando a pessoa respira profundamente e muitas vezes estende-se à parte inferior da omoplata direita. A dor pode tornar-se agudíssima e as náuseas e os vômitos são habituais.

É sintomático que o paciente sinta uma dor muito aguda quando o médico pressiona a parte superior direita do abdómen. Em poucas horas, os músculos abdominais do lado direito podem pôr-se rígidos. No princípio, pode apresentar uma febre ligeira, que, à medida que passa o tempo, tende a aumentar.

Em geral, um ataque de vesícula biliar acalma-se em 2 ou 3 dias e desaparece completamente numa semana. Se isso não acontecer, o paciente poderá sofrer de complicações graves. A febre alta, os calafrios, um marcado aumento dos glóbulos brancos e uma interrupção do movimento normal propulsivo do intestino (íleo) costumam indicar a formação de um abcesso, uma gangrena ou uma perfuração da vesícula biliar. Nestas condições torna-se necessária a cirurgia de urgência.

Podem aparecer outras complicações. Um ataque de vesícula biliar acompanhado de icterícia ou de um retrocesso de bílis para o fígado indica que o canal biliar comum poderá estar parcialmente obstruído por um cálculo ou por uma inflamação. Se as análises de sangue revelam um aumento da concentração no sangue do enzima amilase, a pessoa poderá ter uma inflamação do pâncreas (pancreatite) provocada por uma obstrução do canal pancreático por cálculos biliares.

Diagnóstico

Os médicos diagnosticam uma inflamação aguda da vesícula biliar baseando-se nos sintomas do paciente e nos resultados de certos exames clínicos. Muitas vezes a ecografia ajuda a confirmar a presença de cálculos na vesícula biliar e pode mostrar um espessamento da parede da mesma. A gamagrafia hepatobiliar (uma técnica de imagem que se realiza depois da administração de uma substância radioativa por via intravenosa) contribui para um diagnóstico mais preciso. Este exame proporciona imagens do fígado, dos canais biliares, da vesícula biliar e da parte superior do intestino delgado.

Tratamento

Em geral, uma pessoa com inflamação aguda da vesícula biliar é hospitalizada, administram-se líquidos e eletrólitos por via intravenosa e não se lhe permite comer nem beber. Em algumas ocasiões, pode passar-se uma sonda através do nariz até ao interior do estômago, de modo a que, por meio de aspiração possa manter-se o estômago vazio, reduzindo assim a estimulação da vesícula biliar. Habitualmente, administram-se antibióticos mal se suspeite da existência de uma inflamação aguda da vesícula biliar.

Se o diagnóstico for claro e o risco da cirurgia pequeno, a vesícula biliar extrai-se dentro dos dois primeiros dias da doença. Contudo, se o doente apresenta alguma outra doença que aumente o risco da cirurgia, a operação pode ser adiada enquanto esta última é tratada. Se o ataque agudo se resolver por si, a vesícula biliar pode ser extraída posteriormente, preferencialmente depois de 6 semanas ou mais. Quando se suspeitar da existência de possíveis complicações, tais como a formação de um abcesso, uma gangrena ou a perfuração da vesícula, geralmente é necessária a cirurgia imediata.

Uma reduzida percentagem de pessoas tem novos ou repetidos episódios de dor, que sentem como ataques de vesícula biliar, mesmo quando já não têm vesícula. A causa destes episódios é desconhecida, mas poderiam ser o resultado de um funcionamento anômalo do esfíncter de Oddi, a abertura que controla a libertação de bílis no intestino delgado. Pensa-se que a dor pode ser o resultado de um aumento da pressão nos canais, causado pela resistência ao fluxo de bílis ou às secreções pancreáticas. Em alguns pacientes, os pequenos cálculos que ficam depois da operação podem causar dor. O médico pode usar um endoscópio (tubo flexível óptico com acessórios cirúrgicos) para dilatar o esfíncter de Oddi. Este procedimento geralmente alivia os sintomas em pacientes com uma anomalia diagnosticada do esfíncter, mas não é eficaz para os que só sentem dor.

Vesícula – Claudia

Claudia pergunta: “Estou com cirurgia para retirar a vesícula que está cheia de pólipos. Gostaria de saber se vai para biópsia, quanto tempo recebo o resultado?
A cirurgia vai ser feita por vídeo. Eu recebo a gravação?”

Dr. João Couto responde: “A cirurgia da vesicula biliar é preferencialmente realizada por vídeolaparoscopia. Podendo ocorrer conversão para cirurgia aberta em poucos casos ( menos de 5%). Todo o material retirado em uma cirurgia é encaminhado para biopsia e seu resultado fica pronto em aproximadamente 7 dias.

Presentear o paciente com a gravação do seu procedimento é a preferência da nossa equipe porém dependemos das condições técnicas da instituição onde será realizada”