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Hérnia

Como diagnosticar a hérnia – em mulheres

Março é o mês da mulher. A hérnia no corpo feminino é difícil de ser diagnosticada, por conta disso é importante ficar atento aos sintomas!

Um dos sinais para o reconhecimento de hérnia são as dores abdominais. Porém, quando as mulheres se queixam de dor, é complicado realizar o diagnóstico deste incômodo, pois outras doenças podem ser diagnosticadas, tais como: endometriose, miomas, cistos ovarianos, entre outras. A suspeita de uma hérnia abdominal passa longe já que este problema atinge principalmente os homens.

São muitas as causas da hérnia, entre elas o levantamento de peso, a obesidade, uma gestação, ou até mesmo pode ser algum problema congênito.

De acordo com especialistas, no corpo da mulher, a dor da hérnia acontece, em sua maioria, em torno dos ovários. Quando do tipo oculta, pode ser descrita como uma dor aguda na vagina e, ao redor do quadril e nas costas, nos flancos e nas coxas. O que dificulta o diagnóstico, pois o quadro pode ser facilmente confundido com problemas ginecológicos.

A dor pode ser controlada por medicamentos até a realização da cirurgia. Este é o único método para a correção de hérnia, sendo assim, corrige e previne o acontecimento de problemas mais sérios.

O que é uma Hérnia?

Hérnia  é definida como uma protusão de um órgão ou parte dele através de um orifício natural ou adquirido por algum motivo.
Temos realizado inúmeras cirurgias de hérnias com bastante sucesso. A maioria delas com mini incisões
e sempre com novas tecnologias, buscando trazer aos nossos pacientes maior conforto e mais rápida recuperação.
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Existem diversas possibilidades de hérnias. Os três principais tipos, em ordem decrescente de ocorrência são:

  • Hérnia inguinal: ocorre na virilha. Em indivíduos do sexo masculino, podem estender-se até os testículos levando à hérnia inguinoescrotal.
  • Hérnia umbilical ou paraumbilical: surge ao redor do umbigo e normalmente são causadas pela passagem de alguma alça intestinal através da musculatura. Ocorre mais comumente em bebês e costumam desaparecer espontaneamente.
  • Hérnia epigástrica: surge na linha média do abdome, como consequência do afastamento dos músculos reto abdominais.

Outros tipos de hérnia compreendem: hérnia femoral, hérnia incisional, hérnia de hiato esofágico, hérnia muscular, hérnia diafragmática, hérnia de Petit, hérnia de disco, hérnia cerebral, entre outras.

Para exemplificar a formação de uma hérnia, pode-se usar o exemplo de hérnias que ocorrem com órgãos da cavidade abdominal. Esta condição normalmente surge quando o indivíduo realiza um movimento que necessite de muita força, tossir ou realizar qualquer tarefa que eleve a pressão na cavidade abdominal.

Basicamente, a cavidade abdominal é o local onde se encontram os intestinos, estômago, fígado, baço, entre outros. Todos permanecem nos seus respectivos lugares por meio das aponeuroses, músculos e pele, com algumas regiões protegidas por ossos. Contudo, quando, por alguma razão, esta parede fica debilitada pode haver a formação de um orifício na parede muscular e aponeurótica da parece, sendo que os componentes existentes na cavidade abdominal tendem a deslizar para o orifício, resultando em uma protusão.

Outro ponto importante é o tamanho do orifício, sendo que se ele for grande, provavelmente irá causar apenas certo desconforto ao paciente, enquanto que um orifício diminuto poderá causar um estrangulamento do órgão herniado. Essa situação é considerada uma emergência médica, pois, nesse caso, o paciente corre risco de morte, necessitando ser operado rapidamente, uma vez que o órgão em questão fica sem receber suprimento sanguíneo, o que pode evoluir para isquemia e necrose. (Fonte: Ig)

Congresso Brasileiro de Hérnia – evento que foi um sucesso

Tivemos a oportunidade de participar do IV Congresso Brasileiro de Hérnia, realizado de 7 a 9 de abril, que reuniu mais de 400 especialistas em Búzios e foi um sucesso. Dentre os temas de maior repercussão abordados, está a hérnia inguinal e as mais modernas formas de tratamento para o problema.

Segundo o Dr. Julio César Beitler, presidente da Sociedade Brasileira de Hérnia e do Congresso, toda hérnia inguinal deve ser tratada cirurgicamente desde que as condições clínicas do paciente, ou seja, seu estado de saúde, permita que ele seja submetido a um procedimento cirúrgico.

Essa afirmação é verdadeira, explica o especialista, porque os estudos da história natural dessa condição demonstram que:

1) As hérnias inguinais não se curam com nenhum método que não seja o reparo cirúrgico.

2) As hérnias inguinais tendem a aumentar de tamanho.

3) Mesmo nos pacientes assintomáticos, ou seja, naqueles em que a presença da hérnia não traz desconforto, dor ou complicações no momento do diagnóstico, evoluem nos meses ou anos seguintes com sintomas de dor, desconforto ou desencadeiam complicações que podem colocar em risco sua vida.

4) A taxa de complicações como o encarceramento, isto é, uma parte do intestino sai da cavidade abdominal e se insinua para fora da parede abdominal e não retorna, ficando aprisionada, é de 2% a 4%, por ano. Essa complicação pode evoluir com uma obstrução intestinal ou estrangulamento. Esses dois eventos são acompanhados de mortalidade que podem alcançar até 20% desses pacientes.

5) As hérnias que evoluem para um tamanho maior, por falta de tratamento são mais difíceis de corrigir cirurgicamente, seja pela destruição dos tecidos da parede, seja pela dificuldade de se reduzir o conteúdo intestinal que pode estar sofrendo pelo fato de estar sendo comprimido pelo anel herniário. Os resultados cirúrgicos do tratamento das hérnias pequenas são melhores do que nas de grande volume.

6) Os resultados do tratamento cirúrgico adequado com telas das hérnias inguinais alcançam índices de cura de 98% em média, podendo alcançar quase 100%. Em medicina, quando dizemos que se cura 98% ou mais de uma doença, diz-se que o tratamento é extremamente eficaz, pois na maioria das afecções o índice de cura não alcança nem de perto esses índices.

7) A mortalidade no tratamento cirúrgico de uma hérnia é muito menor do que 1 para 100.000 pacientes operados e os que morreram devido ao procedimento, foram os que foram operados de urgência devido às complicações, ou porque as condições clínicas não permitiam o tratamento naquele momento. Por isso, no primeiro parágrafo, afirmamos que todas as hérnias inguinais devem ser operadas, desde que as condições clínicas permitam o procedimento.

8) Sabendo dos resultados excelentes do reparo cirúrgico das hérnias inguinais em contrapartida com o não tratamento e suas consequências, há um consenso de que todas as hérnias inguinais devem ser corrigidas cirurgicamente com aquela ressalva explicitada anteriormente.

9) Quando o paciente não tem condições clínicas o cirurgião deve corrigir as condições clínicas anormais, como tratar a hipertensão arterial descompensada, o diabetes fora de controle, a insuficiência cardíaca etc. até compensar o paciente e aí em melhores condições operá-lo. A cirurgia da hérnia a não ser nas emergências como a obstrução intestinal ou o estrangulamento, não é um procedimento que se deve operar assim que o diagnóstico é feito. Trata-se de uma cirurgia eletiva com data marcada.

O tratamento pode ser realizado por duas vias de acesso: a tradicional, também chamada via anterior, que é aquela em que o cirurgião aborda a região inguinal através de incisão no local da hérnia, ou pela via video cirúrgica que é através de pequenos furos realizados na parede abdominal e através de câmera e instrumentos próprios, opera por dentro da parede abdominal.

Nas duas maneiras sempre se utiliza de próteses, ou seja, telas que são fixadas recobrindo o defeito que é um buraco na região inguinal, a qual permitia que o conteúdo da cavidade saísse através da parede abdominal.

As duas técnicas são equivalentes quanto aos resultados. A escolha depende de vários fatores, entre eles, o tipo de defeito herniário, as condições clínicas do paciente, a escolha e habilidade do cirurgião para o procedimento.

Fonte: SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA E ROBÓTICA – SOBRACIL

Pioneirismo na correção de Hérnia Abdominal volumosa

A correção de hérnia abdominal volumosa é possível através da minilaparoscopia. Quando se utiliza a técnica de fechamento transfacial. Pioneirismo em cirurgia realizado pelo CT Hérnias.

As hérnias volumosas de parede abdominal podem ser corrigidas por vídeo e por minilaparoscopia. A correção de hérnias incisionais abdominais permanecem como um dos procedimentos cirúrgicos mais comuns uma vez que elas ocorrem em cerca de 11% das laparotomias.

Para atualizar os meios e métodos empregados para a correção cirúrgica das hérnias abdominais gigantes, existem diferentes métodos desde próteses, como diferentes telas até diferentes técnicas cirúrgicas. Mesmo as correções bem sucedidas, com a utilização ou não de grandes próteses, não são os procedimentos isentos de inconvenientes, pois a parede abdominal não retorna a sua elasticidade e complacência normais. Por este motivo, é importante que o cirurgião eleja a melhor forma para cada paciente.

O CT Hérnias pesquisa e estuda tanto as técnicas quanto as possibilidades de aplicá-las em cada caso. Neste mês, tivemos sucesso com a correção de hérnia abdominal volumosa com a técnica de fechamento transfacial. Fizemos isso, como uma alternativa nova e pela primeira vez, por considerar ideal para o paciente.

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Hérnia: Você também poderá ter uma

A revista R publicou um artigo nosso que diz mais ou menos isso:

Revista R
“Você já teve hérnia? Não? Então um dia terá!”

“Li esta frase em um material de um distribuidor de produtos para reparos de hérnias – de fato, ela “denuncia” ou faz um prognóstico da grande incidência de hérnias nas pessoas no decorrer de suas vidas.

No Brasil não temos uma estatística exata e atualizada do número de pessoas que possuem ou ja possuiram hérnias, mas segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE – 2009), aproximadamente 5,4 milhões de pessoas sofrem de hérnia em nosso país.

Mas o que realmente significa essa doença?
Trata-se de um ‘ponto de fraqueza’ ou uma abertura da parede abdominal causada por um enfraquecimento ou rompimento da musculatura do abdômen. Ocorre por defeitos congênitos ou adquiridos (esforço físico, traumatismos ou incisões cirúrgicas).

De fato, Hérnia é “um ponto fraco do abdômen”. Ela ocorre quando um órgão empurra através de uma abertura no músculo ou tecido que mantém no lugar. Por exemplo, os intestinos podem romper uma área enfraquecida na parede abdominal. As hérnias mais comuns são no abdômen, mas elas também podem aparecer na parte superior da coxa, umbigo, e áreas próximas a virilha. A maioria das hérnias não são necessariamente fatais, mas elas não vão embora por conta própria assim sendo, ao existir, é necessário uma cirurgia de reparo para prevenir complicações potencialmente perigosas.

Dentre os tipos de Hérnias temos como mais frequentes: as Hérnias inguinais representando cerca de 70 por cento de todas as hérnias no mundo, de acordo com o Centro de hérnia britânico (BHC). A Hérnia de hiato ocorre quando parte do estômago se projeta para cima através do diafragma. Ela é mais comum em pacientes com mais de 50 anos de idade. A Hérnia umbilical que pode ocorrer em crianças e bebês com menos de 6 meses de idade, quando os intestinos se projetam na parede abdominal perto de umbigo. Você pode notar uma protuberância no umbigo ou próximo, especialmente quando as crianças estão chorando. Uma hérnia umbilical é o único tipo que pode ”desaparecer” por conta própria, normalmente no momento em que a criança atinge cerca de 1 ano de idade. E, por último, a Hérnia incisional que pode ocorrer depois de uma cirurgia abdominal. Seus intestinos podem “forçar” na cicatriz da incisão ou seu entorno, onde o tecido estiver enfraquecido.

Mas como prevenir? Como não ter uma hérnia? Ou o que causa uma hérnia?

De fato, as hérnias são causadas por uma combinação de fraqueza e tensão muscular. Dependendo da sua causa, uma hérnia pode desenvolver-se rapidamente ou durante um longo período de tempo.

As causas mais comuns de fraqueza muscular incluem:

  • falha da parede abdominal – que é um defeito congênito
  • idade
  • tosse crônica
  • danos causados ​​por lesão ou cirurgia

Fatores que esticam o corpo, especialmente se os músculos são fracos, incluem:

  • estar grávida
  • estar constipado, o que faz com que você se esforce ao ter um movimento intestinal
  • levantamento de grandes pesos
  • ganhar peso de repente
  • tosse persistente ou espirros em sequencia

Em alguns casos, as hérnias não têm sintomas. De um modo geral, a pessoa não poderá saber que tem uma hérnia a menos que ela seja vista durante um exame de rotina ou um exame médico para um problema não relacionado. Por isso esteja atento e sempre consulte um médico quando tiver dúvida.

Opções de tratamento para uma hérnia

Querendo ou não, independente do tamanho da hérnia e/ou da gravidade dos sintomas, toda hérnia precisa ser tratada. Em alguns casos, o médico pode simplesmente monitorar a hérnia de possíveis complicações.

Existem algumas opções de tratamento, mas nenhuma delas “cura” a hérnia, no caso de não eliminar o desconforto, a cirurgia será indispensável.

Cirurgia

Um cirurgião especializado pode decidir qual é a melhor forma e qual a cirurgia mais adequada para cada caso podendo ser com cirurgia aberta ou laparoscópica.

Complicações potenciais de uma hérnia

Se não tratada, a hérnia pode crescer, tornar-se dolorosa, ou ainda uma porção do intestino poderá ficar presa na parede abdominal. Se não for resolvido, o intestino não recebe fluxo de sangue suficiente, então ocorre o estrangulamento e isso pode fazer com que o tecido intestinal seja infectado. A hérnia estrangulada é risco de morte e requer cuidados médicos urgentes.

Perspectiva

É importante reconhecer os primeiros sinais de uma hérnia e buscar tratamento médico sempre, pois ela não vai desaparecer por “conta própria”.”

 

 

 

I SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE HÉRNIA DA PAREDE ABDOMINAL DO HOSPITAL SAMARITANO

Dr. Couto participa neste final de outubro no Hospital Samaritano de São Paulo – São Paulo, SP

REALIZAÇÃO:
Hospital Samaritano de São Paulo
– ICEP – Instituto de Conhecimento, Ensino e Pesquisa

– Núcleo de Gatroenterologia
SOBRACIL – Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva e Robótica

APOIO INSTITUCIONAL
SBH – Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal
CBCD – Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
CBCSP – Colégio Brasileiro de Cirurgiões
AMHS – Associação Médica do Hospital Samaritano

PROGRAMAÇÃO

  • BLOCO I – HÉRNIA INGUINAL POR LAPAROSCOPIA
    Moderador: Dr. José Ciongoli

Anatomia posterior do canal inguinal  – Dr. Marcelo Furtado
O que devo saber sobre as telas e suas aplicações?  – Dr. Maurice Youseef Francis
Fixação e não fixação da tela, existe evidência? – Dr. Jan F. Kukleta

  • BLOCO II – CIRURGIA AO VIVO: HÉRNIA INGUINAL LAPAROSCÓPICA
    Moderador: Dr. Fabio Campos

    Debatedores: Prof. Dr. Carlos Eduardo Domene | Dr. Sergio Gil | Dr. Andreas Koszka
    TAPP – Dr. Flavio Malcher
    TEP – Dr. Sergio Roll
  • BLOCO III – ARMADILHAS E MANEJO NAS COMPLICAÇÕES DA HÉRNIA INGUINAL LAPAROSCÓPICA
    Moderador: Prof. Dr. Carlos Eduardo Domene

Por que a hérnia inguinal laparoscópica recidiva? – Dr. Albino Sorbello
Manejo da hérnia inguinal encarcerada/estrangulada – Dr. André Brandalise
Como prevenir a dor crônica em hérnia inguinal laparoscópica? – Dr. Jan F. Kukleta
TAPP ou TEP: afinal, qual técnica devo escolher? – Dr. Sergio Roll
Complicações em hérnia inguinal laparoscópica – Dr. Flavio Malcher

  • BLOCO IV – HÉRNIA VENTRAL LAPAROSCÓPICA (LVHR) – Moderador: Dr. Alexander Morrell

Telas sintéticas: O que você precisa saber para fazer escolhas corretas – Dr. Maurício Campanelli
Lap VHR: qual o real limite? – Dr. Jan F. Kukleta
Como preparo meu paciente? Existe diferença? – Dr. José Francisco Farah
Hérnias em posições difíceis (atípicas), como eu faço? – Dr. Claudio Brandi
Telas biológicas & Bioabsorvíveis: quando indicar e como? – Dr. Leandro Totti Cavazzola

  • BLOCO V – CIRURGIA AO VIVO: LVHR – Moderador: Dr. André Brandalise
    Debatedores: Dr. Roberto Ayres | Dr. Reinaldo Martins |  Dr.  Tiago Ijichi
    Cirurgião: Dr. Leandro Totti Cavazzola | Dr. Alexander Morrell

CONFERÊNCIA – HÉRNIA UMBILICAL: ENSAIOS E ATRIBULAÇÕES NA TOMADA DE DECISÕES. EXISTE EVIDÊNCIA NO USO DE TELAS? –  Dr.  Wilson Gorski  – Dr.  Júlio Beitler

  • BLOCO VI –  HÉRNIAS VENTRAIS COMPLEXAS – Moderador: Dr. José Ciongoli

Truques e Dicas em Hérnias Ventrais Difíceis  – Dr. Claudio Birolini
Liberação do Músculo Transverso do Abdome (TAR) aberta, Lap ou Robótica: e agora? – Dr. Sergio Roll
Hérnia Ventral Robótica: o futuro hoje – Dr. Leandro Totti Cavazzola
Diástase de Reto: O que devo fazer? – Dr. Ricardo Z. Abdalla
Hérnia abdominal em paciente cirrótico, contraindico? – Dr. Wellington Andraus
Uso de tela de polipropileno intraperitoneal. Pode? – Dr. Claudio Brandi

  • BLOCO VII – DISCUSSÃO DE CASOS EM HÉRNIA VENTRAL O QUE VOCÊ FARIA?  Dr. Claudio Brandi |            Dr. Jan F. Kukleta | Dr. Albino Sorbello | Dr. Marcelo Furtado  | Dr. Júlio Beitler
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Hérnia inguinal com mini incisões – HMI

Clínica Dr. João Couto Neto

Hoje realizamos em nossa clínica uma cirurgia com uso de tela tridimensional – Perfix Bard.
O paciente teve mínimo desconforto, com incisão de 3 a 4 cm na região inguinal e pouco tempo de permanência hospitalar – teve alta uma hora após a cirurgia ter sido realizada. O retorno para suas atividades será rápido e seguro – em sete dias e com recorrência próxima a zero.

Cirurgia de Hérnia Inguinal
Estamos terminando essa sexta-feira com bastante satisfação!

A Clínica do Dr. João Couto é novamente pioneira na região, desta vez na utilização de Histoacryl para fixação de telas em hérnias.

Esta semana, o Hospital Regina teve o privilégio de ser cenário para um novo método de cirurgia onde a fixação de telas foi feita com um produto adesivo ao invés de grampos.

Após pesquisas e cursos buscando maximizar resultados e diminuir a dor na recuperação de seus pacientes, a Clínica do Dr. João Couto Neto, realizou duas cirurgias nesta semana com Histoacryl na fixação das telas em hérnias. O resultado foi bastante positivo e pode ser notado ja no dia seguinte de cada procedimento.

Hérnia – Ricardo Souza

Ricardo Souza pergunta: “Boa tarde doutor, gostaria de saber se tem como curar hérnia sem cirurgia. E se não operar tem risco?”

Dr.João Couto responde: “Não existe medicamento que possa curar uma hérnia. Uma vez com hérnia, ela só poderá ser curada com cirurgia.

A tendencia natural para quem não é operado é ocorrer aumento. Não há limite para o crescimento de uma hérnia, podendo em alguns casos atingir grandes proporções.

O perigo maior de uma hérnia ocorre quando uma porção de intestino fica encarcerada, não sendo possível seu retorno para o interior da cavidade abdominal, podendo sofrer desta forma um “estrangulamento” (falta de suprimento sanguíneo). ”

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Hérnia Inguinal – Fernando Alberto Gomes

Fernando Alberto Gomes pergunta: “doutor, pode me falar o que é uma hérnia inguinal? quero saber como ela aparece”

Dr. João Couto responde: “A hérnia pode ser definida como uma área de fragilidade da parede abdominal que possibilita a saída de conteúdo intra abdominal, provocando abaulamento.

Você pode nascer com a hérnia ou pode adquirir a hérnia durante a vida, geralmente decorrente de algum tipo de esforço físico.”

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