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Saber

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Dr. João Couto Neto participa do Congresso Brasileiro de Hérnia

Entre os dias 19 e 21 de abril acontece em Foz do Iguaçu/PR, o V Congresso Brasileiro de Hérnia, em paralelo acontece também a VI Convenção Latinoamericana de Hérnia.

Foram programadas várias cirurgias com transmissão ao vivo, além de conferências, mesas-redondas e palestras com vídeos semi-editados – trazendo convidados de renome internacional que mostrarão as mais recentes novidades tecnológicas e o que está acontecendo nos grandes centros mundiais.

Buscamos sempre atualizar nossos conhecimentos em uma área cirúrgica que evolui e muda muito rapidamente os conceitos, as técnicas, os equipamentos e por consequência os seus resultados.

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Hoje pela manhã, 13, foi de trabalho multidisciplinar no Hospital Regina.

Junto com o neurocirurgião, Dr. Fernando Schmidt, e com o colega cirurgião geral, Dr. Luiz Carlos Nunes, o Dr. João Couto Neto realizou uma cirurgia de acesso retroperitoneal para colocação de acesso retropertioneal para retirada de corpo vertebral.

Em um primeiro momento, o Dr. João Couto Neto realizou a abertura do retroperitônio – localizado atrás da cavidade abdominal – para que o Dr. Fernando Schmidt pudesse ter acesso a coluna e, então, retirar uma vértebra do paciente para a colocação de prótese.
Após o fechamento, o Dr. João Couto Neto colocou uma tela como prevenção de hérnia, uma vez que a região lombar é a de maior incidência de hérnias.

O trabalho em equipe, adotado por médicos de diferentes especialidades, visa o menor risco ao paciente, respeitando acima de tudo, a melhor recuperação e qualidade de vida.

Cálculos gigantes

Cálculos biliares são depósitos duros como cristais de rocha que se formam dentro da vesícula biliar.
Eles variam de tamanho. Alguns podem ser pequenos como um grão de areia, outros podem ser grandes como uma bola de golfe.

Na última semana, o Dr. João Couto Neto fez a retirada de um cálculo gigante, de 6 cm.

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Carinho compartilhado

Entendemos que nossos pacientes ficam felizes porque nos importamos com eles e acreditamos que mais do que praticar a medicina, temos que ser empáticos!

Ficamos extremamente felizes ao receber relatos como o da Jaqueline:

“Dr. João, quando te agradeci por me devolver aos meus familiares, após uma cirurgia realizada em agosto passado, nem imaginava o que estava por vir. Apenas três meses depois, lá estava eu de novo – chorando as pitangas. E que fruta dolorida! A começar pela internação repentina na metade de dezembro e aquele azar da máquina de ressonância estragada, me mantendo quase duas horas lá dentro … O que pensei ali poderia virar filme. Então, embrulhado no medo , o diagnóstico foi sendo desenhado. No meio do caminho, o laboratório que perdeu a amostra do exame e a necessidade de cancelar a cirurgia. E naquela segunda-feira, na entrada do bloco cirúrgico, o segundo adiamento. Disse para um familiar: “- Alguma coisa está acontecendo, mas eu penso que perdi a capacidade de interpretar os sinais de Deus. “ Então, me disseram: “ Tu lembras que disseste que quando tu bordas pela manhã, teu bordado fica mais bonito do que quando tu bordas à noite, depois do trabalho? “ Eu não sei se isso fazia sentido, mas me apeguei. Hahaha…

Nos últimos 3 meses, aliás, me apeguei a cada centímetro de esperança e da cor da vida. Por mais otimistas que somos, quando o incerto bate à nossa porta, parecendo tirar a normalidade e a beleza dos dias, o medo dá a mão para a racionalidade. Ser tua paciente, com certeza, foi o diferencial nesse processo todo. Quem não gosta de se sentir acolhido e ver que outros encaminham o que precisa ser encaminhado, quando a força para isso fraqueja? E sei o quanto fui chata, por ler tudo o que podia e não podia sobre o tal problema que era adereço no meu corpo. E perguntava!

João, teu olhar amigo e tua esperança renovavam a minha a cada vez que eu ouvia: “ Pode ser, mas não vai ser.” Tua mensagem de “ Como tu tá?”, enviada às 21 horas daquele dia, para sempre vai ficar gravada no meu coração. Sei que tu nos olha não como um número e é esse o teu diferencial. Sempre que cheguei com os meus medos e com a minha história, ganhei o teu afeto e a eficiência de um bom profissional. Existe algo muito especial naquele que estende ao outro um olhar de acolhimento. A dor ameniza e se torna mais suportável, quando sabemos que estamos sendo cuidados por um anjo de sorriso largo e constante. Um anjo que, entre outras coisas, prescreve a diluição da Dipirona antes de ser aplicada. Uma pessoa especial, que se preocupa com a dor alheia. E quando estava com o resultado da biópsia e te comuniquei por mensagem, tua resposta e alegria imediatas demonstram a tua grandiosidade e o quanto Deus foi generoso comigo, “ me devolvendo a minha vida “ através das tuas mãos. De coração, obrigada. – com Jaqueline”

Caderno Saúde – Jornal NH

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Pequena cicatriz – cirurgia minimamente invasiva

Na última quarta-feira, dia 7, foi realizado uma mini-incisão de 2,5cm de Tela Perfix Plug, no Hospital da Unimed em Novo Hamburgo.

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O melhor de duas técnicas no tratamento de hérnia

De acordo com dados do Ministério da Saúde, entre 3% e 8% dos brasileiros apresentam algum tipo de hérnia na região abdominal – seja inguinal, umbilical, incisional e/ou epigástrica.

A cirurgia é o tratamento-padrão nestes casos.

Pela primeira vez no Hospital Regina, em Novo Hamburgo, o Dr. João Couto Neto realizou uma cirurgia utilizando técnica combinada – unindo o melhor da técnica convencional e da videolaparoscopia – para colocação de uma tela separadora de tecidos, intra-abdominal, para o tratamento de uma volumosa hérnia abdominal.

A combinação das duas técnicas cirúrgicas visa menor dano ao paciente.whatsapp-image-2018-01-31-at-10-18-49-3 whatsapp-image-2018-01-31-at-10-19-12-2

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Apendicite – uma das doenças mais comuns do aparelho digestivo

Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 10% da população brasileira sofre, em algum momento da vida, de apendicite – inflamação de um pequeno órgão linfático, localizado na parte inferior direita do abdômen.

Sabemos que a principal causa para a obstrução da luz do apêndice é a proliferação dos folículos linfoides, que se localizam na abertura do órgão. Durante a segunda década de vida, entre os 10 e 20 anos, é quando esses folículos são produzidos em maior número e com maior frequência. Isso quer dizer que, o maior índice de casos registrados de apendicite ocorre nesta faixa etária, o que não significa que entre crianças mais novas e pessoas mais idosas a doença não ocorra.

Sintomas

Febre baixa, náusea, vômito, gases e desconfortos podem ser sinais de apendicite. Porém, o sintoma característico da doença é a dor abdominal, começando na porção alta do abdômen, do lado direito, com frequência na boca do estômago.

Devido às fortes dores, o indivíduo apresenta perda de apetite e a evolução do quadro pode provocar paralisia dos movimentos do esôfago, tendo como consequência distensão abdominal.

É importante entender as características da dor e investigar com seu médico, afinal, uma apendicite mal curada pode desenvolver quadros mais graves de inflamação, prejudicando partes do intestino e colocando em risco a vida do paciente.

Tratamento

O tratamento para apendicite é cirúrgico. É possível realizar a retirada do apêndice através da laparoscopia – técnica minimamente invasiva.

Através de pequenas incisões, a cirurgia é realizada por um pequeno orifício, onde é localizado o apêndice, feito então, a retirada do órgão.

A cirurgia feita por vídeo, possui melhores resultados estéticos, uma vez que são pequenas aberturas realizadas, o que causa menos dor no pós-operatório. Além disso, esta técnica pode diminuir o tempo de internação hospitalar, diminuindo também as chances de complicações.

Fonte: Like Magazine – Dezembro, 2017.

 

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Vacinação contra febre amarela é ampliada no RS

Após o surto de febre amarela na região Sudeste do país, a Secretaria Estadual da Saúde ampliou a vacinação para 34 municípios gaúchos, localizados no litoral, que anteriormente não faziam parte da área de imunização e controle da doença.

Atualmente, a cobertura vacinal do estado atinge cerca de 70% da população.

A orientação é de que, as pessoas que estão planejando viagens para os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo devem ser imunizadas.

A vacina contra a febre amarela integra o Calendário Nacional de Vacinação e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde.

Sobre febre amarela

A febre amarela é uma doença febril aguda, causada por um arbovírus (vírus transmitido por mosquitos). Os primeiros sintomas são inespecíficos, como febre, calafrios, cefaleia (dor de cabeça), lombalgia (dor nas costas), mialgias (dores musculares) generalizadas, prostração, náuseas e vômitos. Após esse período inicial, geralmente ocorre declínio da temperatura e diminuição dos sintomas, provocando uma sensação de melhora no paciente. Em poucas horas – no máximo, um ou dois dias – reaparece a febre, a diarreia e os vômitos têm aspecto de borra de café.

Os casos de febre amarela no Brasil são classificados como silvestre ou urbana, sendo que o vírus transmitido é o mesmo. A diferença entre elas é o mosquito vetor envolvido na transmissão.

Na urbana, o vírus é transmitido ao homem pelo mosquito Aedes aegypti. Desde 1942 não é registrado nenhum caso no Brasil.

Na silvestre, os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes transmitem o vírus e os macacos são os principais hospedeiros; nessa situação, os casos humanos ocorrem quando uma pessoa não vacinada entra em uma área silvestre e é picada por mosquito contaminado.

Fonte: Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul

Laparoscopia em hérnia diafragmática

A hérnia diafragmática é um defeito ou buraco no diafragma que permite que o conteúdo abdominal chegue à cavidade torácica.

O tratamento é cirúrgico e pode ser realizado através da videocirurgia.

Em Dezembro de 2017, foi realizada no Hospital Regina, pelo Dr. João Couto, uma laparoscopia com tela separadora e fixação com histoacryl (cola) em uma hérnia diafragmática gigante com a totalidade do estômago no tórax.

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